Instapost: Receita de Gratin de Mix de Batatas

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Hoje é dia de receita fácil no Sem Medida, como aquela que fiz do cheese burguer com cebola caramelizada. Daquelas compiladas das fotos que compartilho no Instagran no celular. Como esse Gartin de Mix de Batata com alho-poró.  É um preparo muito fácil, rápido e versátil que combina batata  comum, batata doce e mandioquinha (ou batata salsa). Ideal pra acompanhar carnes, peixes, aves e até comer como prato único. Vamos à receita!

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Uma pitada de reportagem: Coxinha, a lenda do nobre petisco brasileiro

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Apesar de ser presença garantida em qualquer balcão aquecido, de qualquer bairro, em qualquer cidade do Brasil, a democrática coxinha tem na nobreza,  seu berço. Reza a lenda que o filho da princesa Isabel (a mesma da Lei Áurea) com o conde d”Eu, é o culpado. Considerada uma criança com problemas mentais, foi criada isolada, longe da corte, na fazenda Morro Azul, em Limeira, interior paulista. Lá, todos faziam a vontade do pequeno, sempre na tentativa de evitar a gritaria.

Entre suas exigências estavam as coxas de galinha. Certo dia, percebendo que não havia tal parte da ave suficiente para satisfazer o rebento, prevendo a histeria, uma das cozinheiras da fazenda tratou de improvisar. Desfiou outras partes da galinha e moldou com uma massa à base de farinha no formato do membro original. O garoto, claro, adorou.  O sucesso foi tanto que até sua avó, a imperatriz Tereza Cristina, curiosa em conhecer o petisco favorito do neto, experimentou.

Pronto! Bastou para que a receita extrapolasse os alqueires da fazenda, chegasse às mãos do mestre da cozinha imperial e conquistasse a realeza brasileira. Hoje, há versões do petisco com  requeijão e massa de batata, inhame,  mandioquinha (batata salsa) ou mandioca. No recheio tem quem coloque pato, carne louca e até atum (apesar desse não ter coxas).

Invencionices à parte, fato é que enrolar em massa, empanar e fritar sobras de carnes é um hábito antigo para a humanidade. Difícil é precisar quando e como eles surgiram, até porque cada povo tem no cardápio suas variações. Afinal, o que seria quibe árabe além de um bolinho de carne enrolado, recheado e frito? A lógica é a mesma. Historiadores apontam que o croquete, outro parente da coxinha, descende dos rissoles (no Brasil risoles) feitos na Roma Antiga. As primeiras receitas ganham registros impressos no início do século 17 e estão no Oxford Companion to Food (Editora Oxford), de Alan Davidson. Já na cultura oriental, consta que há mais de 2 mil anos os chineses já faziam bolinhos de arroz recheados com frutos do mar. 

Atualmente, tem bolinho de tudo.  Eles são comida de mão, como define o antropólogo Raul Lody, em seu livro Brasil Bom de Boca – Temas da antropologia da alimentação (Ed. Senac). Para o pesquisador, comer com a mão é humano, fisiológico e até filosófico. “Certas comidas, pela textura, temperatura e cheiro, só podem ser comidas com a mão. Não importa se comemos na rua, na pressa do balcão de um botequim, na calma quase budista em casa, sentados à mesa, na cozinha de frente para o fogão, na feira ou no mercado. O que importa é a ação imediata da comida à boca, sem talheres, atendendo a um desejo físico, sensorial e – por que não dizer – sexual”, filosofa o autor.  E assim é também com a nossa amada coxinha coxinha, talvez a melhor das comidas de mão que temos à mão.

Confira o passo a passo da coxinha clássica 

 


Receita: Coxinha Caseira Passo a Passo

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Tem um ditadinho recente que diz “não confie em quem não gosta de coxinha”. Salvo algumas exceções, esse pode ser um bom filtro de pessoas. Isso porque o petisco brasileiro (é, foi inventado aqui, confira lá em baixo a história) é talvez o mais popular do país.  Ali, bem ao lado do pastel. Também pudera! É empanada e frita, ficando cremosa por dentro e crocante por fora. Bem difícil de resistir.

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Confira quatro receitas de caldinhos de feijão carnavalescos passo a passo

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Se tem um ingrediente que já foi cantado aqui no Brasil é o tal do feijão. Só o Chico, o Buarque, já enfiou o bendito num sem números de composições. Tem até a ode à feijoada  que já passou por aqui no Sem Medida.  E não que ele tenha me perguntando, mas eu concordo. Gosto tanto de feijão que chega dói. Tô com o Chico inclusive na saudade que sinto do cozidinho quando fico longe.

Gosto de feijão de todo jeito. Preto, branco, rajado, bolinha, roxão, carioquinha. Gosto cozido, no mexido, na sopa, na salada, no tutu e no tropeiro. E claro, mais que tudo, na feijoada.  O melhor parceiro do arroz, a liga que conecta e dá sentido ao PF.  Além de untuoso,  é nutritivo. Pensa em quanto feijão você teve que comer pra ser considerado uma pessoa respeitável?

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Receita: Caldinho de Fava Rajada com Músculo

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Receita: Caldinho de Fava Rajada com Músculo

Ingredientes
Fava rajada (eu tinha umas três xicaras)
Cubos de Músculo Bovino (eu tinha umas 200g)
Cebola a gosto
Pimenta a gosto
Sal a gosto
Paçoca de carne para decorar (se não tiver use farofa mesmo)
Uns 2 ramos de alecrim

Preparo

Aqui vale o mesmo em relação ao molho. Cozinhe os grãos com temperos e a carne (nesse caso, o ideal é cozinhar na pressão)  até que fique tudo bem macio. Retire a carne do cozido e reserve. Faça um refogado com alho, cebola e pimenta e junte a carne. Mexa bem até ela desfiar.

Junte a fava cozida, deixando umas inteiras à parte. Bata no liquidificador ou com o mixer. Junte os grãos inteiros que estavam reservados. Sirva em copo ou xícara com farofa ou paçoca de carne salpicado em cima.

 

 

Outras receitas de caldinhos:

Caldinho de Feijão Preto com Bacon Crocante

Caldinho de Feijão Carioquinha com Cenoura

Caldinho de Feijão Branco com Camarão Seco e Leite de Coco