Creme de Abóbora Aromatizado com Cardamomo e Gengibre

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Eu sei, esta coluna está ficando monotemática, peço desculpas por isso, mas é tanto meu amor por abóbora que eu precisava compartilhar com vocês mais esta receita. Na próxima semana postarei uma receita doce pra compensá-los!
Trata-se de uma sopa, mas que na verdade é um purê que leva apenas caldo de legumes e abóbora. Sopa vegana para agradar a todos os paladares. Espero que gostem!

Ingredientes

700g de abóbora cabotiá descascada
500ml de caldo de legumes
1 cebola pequena em cubinhos
2 colheres de sopa de azeite
1 cardamomo
1 pedaço pequeno de gengibre
1 folha de louro

Modo de fazer

Vamos começar preparando o sachet d’épices, que nada mais é do que um montinho de aromatizadores envoltos em um paninho. Ele é usado para dar sabor em caldos. Você vai precisar de um pedaço de pano limpo (pode ser uma gaze) e um pedaço de barbante para fazer o sache. Abra o cardamomo e coloque as sementinhas no pano junto com o gengibre e a folha de louro. Amarre com o barbante e deixe um pedaço dele sobrando para ficar fora da panela. Reserve.

Sue a cebola no azeite e acrescente a abóbora picada. Refogue por alguns minutos e adicione o caldo de legumes. Quando ferver acrescente o sachet . Cozinhe em fogo baixo com a panela tampada até que a abóbora esteja molinha.

Jogue fora o sachet d’épices e bata a sopa com um mixer ou no liquidificador. Sirva com pão de sementes.

*Marina Kawata é jornalista e especializada em gestão de empresas, mas é na cozinha que encontrou sua paixão. É vegetariana e acredita que a alimentação saudável é a chave para a saúde, desde que a comida seja gostosa!


Falando sobre cerveja: Boon Oude Geuze Mariage Parfait

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*Por Fernando Bastos

Cerveja: Boon Oude Geuze Mariage Parfait

País: Bégica

Cervejaria: Brouwerij F. Boon

Estilo: Lambic – Geuze

Teor alcoólico: 8%

Geuze Mariage Parfait é o casamento entre cervejas Lambics envelhecidas, selecionadas pelo próprio mestre-cervejeiro. É uma mistura de 100% de cervejas deste estilo, maturadas em tonéis de carvalho, passando ainda por segunda fermentação na garrafa, uma tradição mantida desde 1835.

Esta cerveja tem no mínimo três anos de idade quando engarrafada. É uma cerveja seca, bastante atenuada, com baixa carbonatação e caracterizada por intensos ésteres frutados e sabor especialmente ácido. Aromas “animais”, como couro e cavalo, são tipicamente encontrados neste estilo, resultado da fermentação por leveduras selvagens. Sua acidez e refrescância mascaram a potência de 8% de teor alcoólico.

Harmonização

Sobremesa: Sorvete de Amora

Iremos fazer uma harmonização por contraste. A acidez e álcool da cerveja quebram o doce da sobremesa e equilibra a harmonização, resultando num sabor incrível.

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* Fernando Bastos é Sommelier de Cervejas, Cervejeiro caseiro, pós-graduando em Tecnologia Cervejeira e Presidente da AcervA Goiana – Associação dos Cervejeiros Artesanais de Goiás 2010/2014.

Site: www.falandosobrecerveja.com.br
Instagram: falandosobrecerveja


Receita: Macarrão de Roça (Bucatini com molho de tomate) e frango assado no urucum

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Sábado, dia 25/10, é dia mundial do macarrão.  A data foi criada em 1995, durante o I World Pasta Congress (Congresso Mundial de Macarrão), em Roma, com o intuito de difundir os benefícios do macarrão e aumentar o consumo. Não que isso mude algo na sua vida, mas mal também não faz. Pelo contrário, por que celebrar a existência de algo tão gostosos e que nos faz tão feliz só pode faezr bem.

Então eu decidi comemorar com uma das formas de comer macarrão que eu mais amo: macarrão de roça. Essa receita é presença garantida em almoços de fazenda. Pela simplicidade, passa quase que por acompanhamento para carnes e frangos. O macarrão, um tipo de espaguete grosso, com um furo no meio, é cozido e depois quase que frito m um molho a base de extrado de tomate, alho cebola e sal. Fica brilhando de tão oleoso e meio sequinho, com o molho bem grudadinho. É maravilho. Sério!

Cresci comendo isso lá no Goiás. E confesso que levei boa parte da minha vida para descobrir que a massa com furo no meio era o bucatini. O nome, na livre tradução do italiano, seria buco (buraco) e bucato (trespassado). É típico do Lazio , onde é considerado a combinação perfeita entre massa longa e curta, graças ao furo central. Costuma acompanhar molhos amanteigados, a base de pancetta ou guanciale (bochecha de porco levemente curada). O que prova que os goianos não estavam errados em descer o dedo no óleo. 

Aqui ele foi feito com azeite, muito azeite, alho, extrato e um pouco de pasta de tomate que eu tinha congelada. Não usei cebola, porque na ocasião estava recebendo uma amiga que não come. Servi com galetinho assado em pasta de manteiga, urucum e alho. Bora pro passo a passo:

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Comece pela pasta do galeto. Misture 3 colheres de sopa de manteiga com 4 dentes de alho amassado, 1 pimenta de bode (opcional). Reserve.

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Tempere os franguinhos com sal e pimenta-do-reino moída na hora. Coloque dentro de cada um deles 1 cabeça de alho (retire a cabeça de alho na horizontal e corte as pontinhas dos dentes como na foto).

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Lambuse os galetinhos com a pasta de urucum. Inclsuive entre a pele. Amarre as pertas para que fiquem comportados, cubra com alumínio e leve ao forno alto. galeto_urucum_buccatini_larissajanuario_semmedida8

Passados uns 30 minutos veja se já está macio (o garfo tem que entrar sem fazer força na carne da coxa e peito), se não, deixe mais 10 minutos. Depois, retire o alumínio e deixe dourar a pele. Parta para o macarrão.

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Em uma frigideira alta, frite no azeite (bastante azeite, tipo forre o fundinho da panela de forma raza) a cebola até dourar e depois acrescente o alho (como eu disse lá em cima eu só usei alho).

 

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Acrescente o extrato de tomate e deixe fritar bem (para 4 pessoas vai 1 pacote de massa e 1 lata de extrato de tomate). Coloque uma pitada de sal e se necessario 1/2 copo d’água (se tiver muito grosso e seco, pegando no fundo). Mas a ideia é um molho quase pasta mesmo.   Se você estiver com tempo, use tomate fresco em pasta. Veja aqui o passo a passo de como preparar a pasta de tomate para a o molho.

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Cozinhe a massa conforme instruções do fabricante, geralmente por 9min em muita água fervente. Confira aqui as dicas de como cozinhar corretamente o macarrão.

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Misture a massa com o molho. Veja como ela gruda bem. Salpique queijo ralado, eu usei queijo canastra bem curado.  Se quiser coloque umas folhas de salsinha decorando. Sirva com o franguinho assado.  

 

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ENTREVISTA: Ana Soares, mestra do pastifício

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Conheci a chef Ana Soares numa ocasião especial. No ano passado (2013) fui conviada para participar das entrevistas, pesquisa e redação do livro As Chefs

A Ana era uma das figuras que entrariam para o livro, que tinha como objetivo mostrar o lado humano das cozinheiras mais celebradas do Brasil. Nem preciso dizer que foi uma delícia de trabalho, que rendeu ótimas histórias.

Meu papo com a Ana ocupou toda uma manhã lá no Mesa III, seu ateliê e ao mesmo tempo fantástica fábrica de massas. E não foi nenhum sacrifício ouvir tantas histórias delciosas que envolvem o desabrochar de uma cozinheira.

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Ana é descendente direta de imigrantes italianos, criada em Guararapes (SP), entre fogões a lenha e pomares. Se define como perfeccionista, apaixonada por aromas, formas, cores e tudo aquilo que é belo. Tanto que formou-se em arquitetura e antes de trocar as pranchetas pelas massas, flertou inclusive com a moda. Mas ela garante que jamais deixou de lado o senso e o valor estético. Para a cozinheira, o pastifício tem muito da arquitetura: a preocupação com a forma é parte essencial na criação de massas.

Eu costumo brincar que entrevistar pessoas é entrar um pouco na vida delas e tomar emprestado emoções que não nos pertencem. Portanto, bora celebrar a semana da massa, com bate-bola com a Ana aqui para o Sem Medida sobre o precesso criativo das suas inusitadas e tão perfeitas massas.

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Larissa: Vc costuma pensar suas massas em coleções, como um estilista?
Ana:
Larissa, o paralelo é perfeito! Você sabe, eu já andei um pouco pelo mundo da moda…

Larissa: Como acontece o seu processo criativo? De onde vem a inspiração?
Ana:
…Uma palavra, um gesto, um ingrediente, uma situação, uma notícia, um artigo, um desafio, um livro… a feira, um erro! Uma viagem, tudo é inspiração.

Larissa: No caso das Massas do Brasil, como surgiu?  Tem uma história por trás disso tudo? (Ana lançou uma coleção de massas a base de ingredientes brasileiros como cacau, pequi e cúrcuma).
Ana:  
Há muitos anos atrás, 12? 11?, num curso em Verona, uma pergunta sobre a Amazônia plantou a semente das Massas do Brasil. Concretizou-se numa viagem-expedição-aula a Goiás num evento de gastronomia, ano passado. Já vinha sentindo a necessidade em outras ocasiões, numa aula fechada que dei no Paladar, uma outra aula na escola Wilma Kovesi… nos exercícios-laboratórios do Paladar que fizemos, Neide Rigo, Mara Salles e eu. Uma “crise pessoal” sobre o meu trabalho e a cozinha do Brasil.

Larissa: Como você trabalha a combinação de ingredientes?
Ana:
Os cheiros e sabores falam sozinhos! Trabalhei com as técnicas clássicas de massas artesanais.

Larissa: Qual a melhor combinação no prato na sua opinião?
Ana:
Tempero baiano, ragu do mar. Pequi e pato.

Larissa: Para quem quer fazer massa em casa, o que é essencial saber?
Ana: Que o tempo e paciência é parte dos ingredientes. Farinha e ovos de muito boa qualidade.

Larissa: E em equipamentos? Quais os indispensáveis para uma boa massa caseira?
Ana:
As mãos e uma maquininha caseira para os fios ou folhas (rechear).

Larissa: Aliás, você cozinha em casa? O que vc mais gosta de comer em casa?
Ana:
Todos os dias! Massas e verduras!

Larissa: Você ajudou a moldar os cardápios de inúmeros lugares de SP. Conhece mais que ninguém o circuito da cidade, com isso, como você vê a cena gastronômica daqui hoje? Com otimismo?
Ana:
É fato, um olhar mais atencioso para a cozinha brasileira: o prato está na mesa! Idem para o ingrediente da horta, do pomar, dos rios, do céu e do mar, em sintonia fina com despretensão, sabor e qualidade, da cozinha “da chef” à de “foodtruck”. Gastronomia é serviço e o setor está em alta!

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Fim de semana: veja as boas da gastronomia

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Abóbora recheada com pato e lascas de trufa - IMG_6707 cantalupe ph.anto...

Dia das Bruxas no Cantaloup
O restaurante Cantaloup comemora o tradicional Halloween com um menu especial que traz como destaque a abóbora, principal símbolo da data. O chef Valdir de Oliveira, em parceria com o restaurateur Daniel Sahagoff, criou como entrada uma abóbora recheada com pato e lascas de trufas (R$ 32) e como prato principal delice de abóbora com bacalhau confit e amaretto (R$65). E para encerrar, uma sobremesa no estilo Gostosuras ou Travessuras, que promete fazer sucesso também: seleção de petit macarons, marshmallows e gelatinas (R$28). Os pratos podem ser degustados individualmente ou em menu completo, entre 31/10 e 09/11, no jantar de segunda a sábado, e no almoço de domingo.

Cantaloup
Rua Manoel Guedes, 474 – Itaim –
Tel.: (11) 3078-3445

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La_Feria_3_Edicao_2014Terceira edição do La Feria

Nos dias 01/11 e 02/11 acontece a terceira edição do La Feria, evento enogastronômico cultural organizado pelo chef Fernando Lancho, do Gusta Bar para promover a cultura espanhola, na Mansão Hasbaya, em São Paulo. Sete restaurantes e bares da capital montarão barracas no jardim da casa, com ícones da cozinha espanhola como paellas e tapas, cervejas, vinhos e sangrias com preços que variam de R$ 7 a R$ 25. Participam do evento casas como Brado, La Churreira, Paellas Pepe e Biermaniacs.  A Mansão Hasbaya, local da terceira edição, é uma casa tombada pelo patrimônio histórico. A entrada é gratuita e o evento tem apoio da Secretaria de Turismo da Espanha e da Câmara do Comércio Brasil-Espanha.

La Feria – 3ª Edição
Mansão Hasbaya – Rua dos Franceses, 518, São Paulo, SP – esquina com a Joaquim Eugênio
www.laferia.com.br

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10612790_954457181236491_4890204198059441296_nDia de Los Muertos no O Mercado
O Mercado realiza no dia 02/11, domingo, uma edição em homenagem ao Dia de Los Muertos, tradicional festa mexicana que celebra os mortos. O evento será realizado no estacionamento do Cadillac Burger, no bairro da Mooca, a partir das 12h. Para esta ocasião os participantes d’O Mercado elaboraram um cardápio especial com comida mexicana, incluindo tacos, quesadillas, nachos, tostadas e as famosas paletas mexicanas que estarão presentes nas barraquinhas da feira. Além de comemorar o Dia de Los Muertos, esta edição contará com a presença de carros Lowrider, cultura de automóveis customizados, típicos da região de fronteira do México com Estados Unidos. As comidas e bebidas são vendidas por no máximo R$ 15. Nesta edição, a seleção musical fica por conta do DJ Bra, da Jack Records, DJ Pendejo e do Ralph74. O evento é gratuito e vai até às 20h (ou até durarem os estoques).

O Mercado @Cadillac Burger
Rua Juventus, 296 (no estacionamento do Cadillac Burger)
www.facebook.com/o.mercado.feira.gastronomica

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image002 (4)Sábados Lusófonos no Tasca da Esquina
A partir do dia 01/11, o Tasca da Esquina passa a servir, em todos os sábados do mês, pratos representativos das antigas colônias portuguesas, a começar por Moçambique, seguido de Angola e Macau. Pesquisador engajado no rico receituário das antigas colônias portuguesas, o chef Vítor Sobral inaugura a temporada com os moçambicanos camarão com caril, manga e malagueta verde (R$ 84, foto ao lado) e o pudim de côco com compota de abacaxi. Em dezembro, é a vez das receitas de Angola, como a moamba de garoupa com quiabos e farinha de musseque (R$ 82) e o toucinho-do-céu de amendoim com gelado de limão. Já em janeiro serão servidos o Cherne de caldeirada à moda de Macau (R$82) e o Pudim de ovos com pistache, de Macau. Quem pedir a sugestão ganha, como cortesia, uma sobremesa também tradicional do país.

Tasca da Esquina
Alameda Itu, 225, Jardins
Tel.: 11 3262-0033 / 3141-1149
reservas@tascadaesquina.com.br
WWW.tascadaesquina.com.br

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Jazz com comidinhas no Bergamota Café
No sábado, 01/11, a partir das 11h, o Against Truck vai estacionar nos fundos do Espaço Cult para oferecer em parceria com o bergamota Café comidinhas como salmão preparado em churrasqueiras do estilo Alasca.  Para beber estará a venda cervejas e o café cold brews, extraído a frio. Para animar , muito jazz ao vivo.
Bergamota Café
Rua Aspicuelta, 99 

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Moqueca do Tutu
Neste sábado 01/11, a partir das 15h, o DJ Tutu Moraes, dono da famosa festa Santo Forte, revela seu lado cozinheiro e promove mais uma edição da A Moqueca do Tutu. Antes reservada a amigos e familiares, ele abre ao público, em um espaço coworking. Para descontrair, a trilha sonora é assinada pelo próprio artista e os convidados podem curtir o jardim da casa entre uma taça e outra. O valor do convite contempla comes à vontade, água e café. As bebidas alcoólicas são vendidas à parte. No menu: chips de banana, cuscus nordestino com molho da moqueca e saladinha verde com molho de limão caipira, moqueca de peixe saint peter com arroz negro e purê de batata doce e mousse de maracujá. Ingresso: R$ 64. No www.foodpass.com.br

Moqueca do Tutu
R. Ministro Godoi, 471, Perdizes
 

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Cervejas BrewDog_Lucas TerribiliHOPtoberfest no 6° BrewDog Beer Weekend
Esse fim de semana acontece o 6º Beer Weekend promovido pelo bar da cervejaria Brew Dog de São Paulo. Dessa vez a edição é especial HOPtoberfest, uma ode aos lúpulos, flores responsáveis pela conservação e amargor das cervejas, usados em abundância pela cervejaria escocesa. Nos dias 1 e 2/11, das 12h às 24h no sábado e até às 22h no domingo, a casa mostrará uma variedade de cervejas lupuladas disponíveis no mercado, acompanhadas de jazz na varanda do bar com comida de rua. Dentre as opções de chope oferecidas nas 22 torneiras por preços especiais que vão de R$10 a R$30. Para comer, os leves ceviches do Suri Ceviche Bar, como o Clássico Peruano (R$ 12), com peixe branco, cebola roxa e milho acompanhado de batata doce, e o Guayas (R$ 14), preparado com peixe branco, cebola roxa, coentro, molho de ají amarillo e alho frito. Além dos búrgueres do Vinil Burger Para animar, o som do grupo Qualcasa Jazz em apresentação gratuita.

BrewDog Bar e Bottle Shop
Rua dos Coropés, 41, Pinheiros
Tel.: 11 3032-4007

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cook-n_groove_comida_musica_e_arte20141016092454h2Cook’n Groove: comida, música e arte
No sábado, 01/11, a partir das 14h, a Casa das Caldeiras recebe mais uma edição do The Soul Kitchen Project. Chefs amigos cozinham pratos no esquema open food. Entre os participantes estão: Alberto Landgraf (Epice),  Benny Novak e Rodolfo de Santis (Tappo), Carlos Bertolazzi (Zena Caffé), Fabio Koyama (Minato Isakaya), Jefferson e Janaína Rueda (Attimo e Dona Onça), Laurent Suaudeau (Escola Laurent), Marcel Sasaki (Dô), Pernet e GG (MattarSoul Kitchen) e Renato Carioni (Così). A festa conta ainda com o som da Banda Bixiga70 e Banda Houdinis e dos Djs Formiga, Paulão, Julinho De Luxe e Emiliano Beyruthe. Do valor dos ingressos, 10% da bilheteria será doado para o instituto Laurent Suaudeau. Também haverá espaço kids, para as crianças, com oficina de comida e arte que será ministrado pela oficina A Toka em parceria com o chef Laurent. Entrada R$ 130. Das 14h às 2h.

Casa das Caldeiras
Avenida Francisco Matarazzo, 2000 – Água Branca, São Paulo – SP
Tel.:(11) 3872-0454

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Salada Israelense Deliqate_9470md_foto Keiny AndradeNovos sanduíches, saladas e café da manhã na Deliqatê
O cardápio do Deliqatê acaba de ganhar novidades com inspirações de diversos países para receber a temporada Primavera/Verão. O chef Richard Turner novidades como o sanduíche de peito de frango cozido a vácuo (sous-vide) e grelhado, com maionese de limão siciliano e alecrim, rúcula e pimentão assado na focaccia da casa com alecrim (R$ 25); o Cubano (pernil assado na laranja com queijo derretido, picles, cebolas grelhadas, coentro e maionese da casa com limão siciliano e alecrim no pão ciabata – R$ 26); e o BBQ Coreano (fatias de barriga de porco curtidas no molho coreano e grelhadas, com picles de erva doce, tomate e alface americana no pão ciabata – por R$ 27,50). Tudo pode ser acompanhado de salada de batata, coleslaw (salada de repolho) ou salada verde. Das saladas, os lançamentos são: Israelense (Cubinhos de pepino japonês, tomate, cebola roxa, pimentões amarelo e vermelho com peito de frango cozido à vácuo e molho cítrico – R$ 24) e a Salada Verão (Alface roxa, rúcula, queijo minas fresco, nozes, frango sous-vide, abacate e picles de uva – R$ 24). Para os fãs do café da manhã, agora é possível escolher também a Batata rosti com salmão gravlax e ovos mexidos (R$ 22) ou as macias Panquecas integrais com calda de mirtilo (R$ 22).

Deliqatê
Alameda Jaú, 1191 – Jardim Paulista – São Paulo (SP) – 01420-001
Tel.: (11) 3063-4988
www.fb.com/deliqatejau

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Ceviche La Peruana (1)Batalha de Food Trucks no Evento Gastronômico do Bem
Neste domingo (2/11), o Evento Gastronômico do Bem irá comemorar o Dia dos Finados com uma batalha de foodtrucks no estacionamento do estádio do Pacaembu. Estarão presentes mais de 20 chefs e o dinheiro arrecadado será doado para a ONG APAF (Associação Paulista de Apoio à Família). A partir das 14h, o público poderá escolher as comidas de rua que mais gostam por preços que variam de R$ 5 a R$ 25. Participam da feira: Box da Fruta, Kombier, Só Coxinhas, Matsuo Sushi, NaTortilha, La Peruana, Olea Food Truck, BioBarista, Fratelli Gelato, Doce Art. Entre os chefs estão Luciano Antonello (Máfia das Pizzas), Marcela Matsuo (Matsuo Sushi), Maria Conceição Quaglia (Bacalhau do Porto), Luis Gregório (Menu Today), Rene Osório de Leon (NaTortilha), Ídolo Giusti (Giustis Gastronomia), Guilherme Boteghim (Bottega), Daniela França Pinto (Cordel Gastronômico), Érico Viegas (Go Dog) e Elzinha Nunes (Dona Lucinha e Aneto). Horário: das 11h às 21h. Entrada livre.

Evento Gastronômico do Bem
Praça Charles Miller s/n – estacionamento do estádio do Pacaembu, em frente ao Museu do Futebol
Tel.: (11)98857-5731