Falando sobre cerveja: Cacau IPA

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*Por Fernando Bastos

Cerveja: Cacau IPA

País: Brasil

Cervejaria: Bodebrown

Estilo: IPA – India Pale Ale

Teor alcoólico: 6,1%

Cerveja do estilo American IPA feita em colaboração com a cervejaria americana Stone Brewing (Califórnia). Possui aromas que lembram frutas cítricas provenientes das adições de lúpulos cítricos norte-americanos, combinando com os aromas que remetem ao chocolate provenientes das adições de cacau. No sabor encontramos um equilíbrio entre o maltado com caramelo, além do médio amargor.

Harmonização

Prato: Parmegiana Burger de Beringela

O amargor do lúpulo e o médio teor alcóolico cortam a gordura do hambúrguer, suavizando a harmonização. Já o adocicado da cerveja proveniente do cacau contrasta com o sal do hambúrguer formando uma harmonia sutil e agradável.

parmegiana_burguer_semmedida_larissa_januario2Divirtam-se com essa inusitada harmonização.

* Fernando Bastos é Sommelier de Cervejas, Cervejeiro caseiro, pós-graduando em Tecnologia Cervejeira e Presidente da AcervA Goiana – Associação dos Cervejeiros Artesanais de Goiás 2010/2014.

Site: www.falandosobrecerveja.com.br
Instagram: falandosobrecerveja


Vinho Fácil: Por que não um rosé hoje?

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* por Jéssica Marinzeck

Faça calor ou faça frio, brasileiro quando pode escolher, escolhe vinho tinto, uma pena. Talvez porque pareça o mais correto ou simplesmente por achar que vinho tinto é melhor do que um branco ou um rosé. Mas é ai mesmo que o erro começa.

Alguns vinhos brancos são sim, mais fáceis de serem degustados, leves e despretensiosos. O que não quer dizer que a sua qualidade seja inferior. Mas, existem ainda, alguns branquinhos que são complexos, encorpados, longevos e cheios de camadas de aroma e sabor que dão um baile em muitos tintos.

Daí em seguida, aparecem os rosés. Os vinhos rosados não figuram entre os mais complexos do mercado, mas têm um papel fundamental no mundo do vinho: nos fazem relaxar e esquecer das preocupações. Pois é, pense no melhor cenário para se degustar um vinho rosé. Pensou? Aposto que o que veio a sua cabeça foi uma praia, uma piscina ou a varanda de uma casa de campo.

Cada vinho tem a sua missão. Vamos nos esquecer  dos mais sérios por enquanto, e pensemos nos vinhos alegres, que pulam da taça  trazendo aromas frescos, frutados, florais, encantadores. Toda vez que penso em vinho rosé, essas lembranças e essa sensação de leveza me preenchem a alma.

Mas você sabe como o vinho rosé é produzido? Ele é feito de uvas tintas, como a Pinot Noir, a Tempranillo e tantas outras que você já deve ter visto por aí. Elas são colhidas, esmagadas e o mosto, ou suco da uva, é mantido em contato com as cascas por um período de tempo bem curto, senão, viraria tinto. Daí, esse mosto rosado é então vinificado como se fosse vinho branco.

Além dessa forma, é possível também produzir o vinho rosé de tantas outras maneiras, entre elas, pode-se fazer um rosado, misturando o vinho branco ao tinto, esse método é proibido em diversos países, mas pode ser utilizado na produção de Champagne rosé.

Aliás, vinhos rosés são ótimos quando harmonizados com frutos do mar. E não precisa ser nada muito sofisticado não, um camarão fritinho, uma lula e até com uma boa posta de atum, esses vinhos podem cair bem.

E se você está pensando em sair da zona de conforto do vinho e se aventurar pelo mundo dos rosés, anote a minha dica, afinal, o Brasil tem um clima perfeito para consumir muito mais desses vinhos:

Fígaro Rosé 2013 (Mas de Daumas Gassac)

Da região do Languedoc, no sul da França, esse vinho é produzido com 90% Cabernet Sauvignon e 10% Petit Manseng, pelo método de sangria. Durante a fermentação de um vinho tinto é retirado dele uma porcentagem para a produção do rose enquanto o restante continua a sua fermentação normalmente. Mas voltando ao Fígaro, como eu disse de muitos rosés, é leve e saboroso com muitos aromas de frutas vermelhas e ótima acidez.

Espero que, se você já gostava de rosés, que continue a tomar mais desses vinhos e para você que ainda tinha um pouco de preconceito sobre esses vinhos, que comece a apreciá-los um pouco mais.

Tchau!

 

* Jéssica Marinzeck  “Sommelière Certificada pela Court of Master Sommeliers, na Europa e nível 3 na WSET de Londres. Comecei minha experiência com vinhos na Europa e hoje sou Coordenadora de Compras do site Evino. Sou criadora do ‘O Canal do Vinho’ no YouTube e lanço esse ano meu primeiro e-book o ‘Básico do Vinho’.”


Receita: fritada de forno

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fritada_semmedida_larissa_januario7Sobras são nossas amigas. Na hora do desespero sempre salvam a refeição.  Tenha na geladeira sempre ovo, tomate, cenoura, cebola, alho e salsinha. Com isso você tem uma fritada.  Se tiver queijo e uns restos de legumes, melhora mais ainda.

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Bata 3 ovos com cheiro verde, sal e pimenta (opcional).

fritada_semmedida_larissa_januario4Junte queijo ralado. Eu tinha parmesão. Para que fique bem fofo, coloque 1 colher de café de fermento em pó químico.

 

 

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Unte um ramequim com azeite e coloque o recheio que preferir e tiver a mão. Vale maiis queijo, embutidos, defumados, carne moída, presunto etc. Eu tinha uma sobra de brócolis refogado com tomate e cebola.

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Cubra o recheio com os ovos batidos e leve ao forno médio (180 graus) até crescer e dourar .

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Sardela Vegetariana

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Minha maior inspiração pra cozinhar é a vontade de comer. E, por ser vegetariana, muitas vezes, preciso adaptar receitas para versões sem carne pra matar minhas vontades. Esses dias minha irmã apareceu em casa com uma sardela, fiquei sem comer e pensando nela por uns dias, frustrada. Aí eu pensei que poderia dar um sabor de mar à receita com algas ao invés de usar peixe. Elas são encontradas em lojas de produtos orientais, como a Towa e a Marukai, no bairro da Liberdade.

Não fica igual, claro, afinal a anchova, ou sardinha anchovada, que normalmente é usada no Brasil, tem um sabor bem forte, mas a versão vegetariana da sardela ficou muito gostosa! Pra compensar essa deficiência, coloquei também pimenta calabresa, que deu uma ardidinha gostosa ao antepasto.

Ingredientes

6 Pimentões vermelhos
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de alga wakame
Alga kombu, aproximadamente 20 cm
½ colher de chá de pimenta calabresa
Azeite (aprox ½ xic)

Modo de fazer

Pique o pimentão e bata no liquidificador com a pimenta calabresa e um pouco de azeite. Cozinhe o molho na panela de pressão por 20 min (contando após começar a pressão) ou por 3h em uma panela de fundo grosso.

Pique a alga wakame e misture ao molho de pimentões junto com a kombu inteira.

Doure o dente de alho no azeite. Coloque todo o molho e apure no fogo por 30 minutos ou até desgrudar da panela, igual ponto de brigadeiro. Retire a alga kombu e descarte. Acerte o sal e a pimenta. Sirva com pão de casca dura, como o italiano.

*Marina Kawata é jornalista e especializada em gestão de empresas, mas é na cozinha que encontrou sua paixão. É vegetariana e acredita que a alimentação saudável é a chave para a saúde, desde que a comida seja gostosa!


Receita: tarte tatin de mini tomates amarelos

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Lara minha sogra está vindo em casa e eu não sei o que servir. Eu quero exibir habilidade culinárias que não tenho. Sim, é possivel. Essa tarte tatin de tomatinhos fará sua sogra dobrar a língua ao questionar suas habilidades culinárias. A começar por esse nome baphônco.

Essa receita de origem  francesa é tradicionamente feita com maçãs. Aqui torquei de fruta e mandei uma versão salgada que vale por um almoço leve.   O truqe tá na compra dos ingredientes.  É deles a responsabilidade de mais da metade do sabor do prato.

Comece a receita no supermercado. Tomatinhos,  se não achar amarelo, vai de vermelho. Pegue queijo parmesão, majericão ou outra erva fresca de sua preferência (alecrim, orégano ou tomilho vão bem)  e uma cabeça de alho.  Compre também uma massa folhada de boa qualidade. A vida é curta demais para fazer massa folhada, vale investir um dinr heiro nisso para impresionar os comensais.

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Coloque os tomate numa assadeira, com o alho e o manjericão. Coloque azeite suficiente para untar os tomates apenas.  Tempere com sal.

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Leve  ao forno até que eles murchem um pouco. Acerte o sal.

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Disponha os tomatinhos assados em uma forma redonda  (uns dois dedos de altura).
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Cubra os tomates com o parmesão ralado e folhas de majericão.

 

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Cubra com a massa folhada, tire o excesso e vede  bem as bordas. Faça furos ara que o vapor saia.

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Leve ao forno de cerca de 200 graus até dourar a massa.

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Desenforme e sirva com uma salada de folhas verdes que você comprou já lavada lá no super.