Día de los Muertos: a celebre à moda mexicana com a mesa farta

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La Catrina, a caveirinha mais popular do Dia dos Mortos (Wikimedia)

Em 2007 eu tive a oportunidade de conhecer a Cidade do México. Especificamente em novembro, quando acontece o feriado do Día de los Muertos (02/11). Talvez uma das mais importantes datas do país e com certeza uma das festas folclóricas mais bonitas do mundo.

Desde 2003, a UNESCO distinguiu a festividade indígena do Dia dos Mortos como Obra Mestra do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade:“… uma das representações mais relevantes do patrimônio vivo do México e do mundo, e como uma das expressões culturais mais antigas e de maior força entre os grupos indígenas do país”.

Uma das caveiras que davam sopa durante a minha visita

Um jeito diferente de ver a morte. A cidade se traveste em cores, alegria e apesar disso, reverência. Caveiras por toda parte, inclusive nos rostos das pessoas em maquiagens, flores amarelas torneando altares repletos de comidas e outras oferendas.  Tudo para homenagear os antepassados. Eles acreditam que nessa data os espíritos vem do outro mundo visitar os parentes. Só mais um traço de uma cultura que me conquistou. Eu amei o México por pura identificação e reconhecimento latino.

A descendência Asteca dá o tom da riqueza histórica cultural presente em toda parte. Numa cidade opressivamente semelhante a nossa São Paulo, mas que trata muito melhor sua memória (lá tem um dos maiores museus de antropologia do mundo). Daí também descende suas tradições, como essa do Dia dos Mortos, que depois do espanhóis foi um pouco catequizada. Mas sem perder la ternura.

La Catrina’ de José Guadalupe Posada, artista mexicano reconhecido por ilustrar 

Aqui também quero prestar minha homenagem à data e aos mexicanos. Com receitinha uma tanto vulgares (pela disseminação do tex-mex) diante da riqueza gastronômica local. C0mo o meu chili com carne (que tem quase mais variações que o estrogonofe) e a famigerada guacamole.

E finalizo com uma receita emprestada do restaurante La Mexicana. O Pan de Muerto: tradicional pão mexicano temperado com chá de flor de laranjeira e anis decorado com massa moldada em forma de ossos e polvilhado com açúcar. Macabro e doce.

 

Confira abaixo as receitas para comemorar o Dia dos Mortos

Mole Poblano

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Receita de Chili de Carne

 

 

 

Receita de Guacamole

 

 

Receita de Pan de Muerto (Pão dos Mortos)

 

 


Molho de de tomate mais fácil do mundo fica pronto em 15 minutos

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Fazer um molho de tomate minimamente descente não é uma tarefa tão absurda quanto pintam por ai. Aqui seguem alguns passos simples que deixarão sua vida molhística bem mais simples. Atenção, pode fazer de baldes e congelar.

1 – pegue 2 latas de tomate pelado de boa qualidade. Afinal, não há preparo bom o suficiente para salvar ingrediente ruim

2 – Descasque e corta ao meio no sentido do comprimento 1 cebola roxa grande

3 – Descasque 2 dentes de alho grandes

4 – Numa panela de fundo grosso, coloque o tomate pelado e esmague grosseiramente para um molho pedaçudo. Se preferir um molho lisinho, triture os tomates no liquidificador ou no mixer ANTES de começar o processo de cozimento.

5 – Acrescente a cebola o alho e um ramo de manjericão (ou um maço dependendo do seu nível de querência por essa erva do amor)

6 – Coloque na panela 3 colheres de sopa cheias de manteiga ou 2/3 de uma barra de manteiga. Isso mesmo, QUASE UMA BARRA DE MANTEIGA O CHORO É LIVRE E O AMOR POR MANTEIGA TAMBÉM.

7 – Leve o fogo baixo sem mexer até que a manteiga derreta. Depois misture tudo e deixe cozinhar até que a cebola fique macia. Deve levar de 15 a 20 minutos.

8 – Acerte o sal e pronto.