Taí, a Argentina além de ter Papa e Oscar, também inventou um dos molhos mais cafonas da história. Você deve estar pensando: e daí? Daí que quem fez a fuleragem de juntar maionese ao katchup, salpicar alguns temperos secos e chamar de molho foi nada menos que, Luis Federico Leloir, vencedor do prêmio Nobel de química argentino (é, além de Papa, Oscar e Molho, a Argentina tem também um Nobel. Bjo, Brasil).

Reza a lenda que o pesquisador estava almoçando com alguns amigos nos idos da década de 1920, no “Ocean Club de Playa Grande”, em Mar del Plata, quando lhe serviram um prato de camarões. Pediu que lhe trouxessem maionese, ketchup e alguns temperos. Juntou tudo e criou o “Salsa golf” (Molho Golf). 

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O cientista argentino doou os 80 mil dólares do prêmio Nobel para a fundação na qual trabalhava, mas ainda ficou #chatiado de não ter patenteado a receita do molho Golf (reproduzida all de world). Isso porque ele acreditava que a grana arrecada com direitos autorais da receita poderia ser revertida em prol da pesquisa: “Se a tivesse patenteado, agora teríamos muito mais dinheiro para pesquisar”.

Receita: Molho Golf

Ingredientes

1 xícara  de chá de maionese
ketchup (eu usei 1 colher de chá)
Cominho  (1/2 colher de café  basta, é forte)
Molho inglês (1 colher de chá)
Mostarda Dijon (mas já tem na base da maionese, se achar que vale por mais, ponha)
Pimenta-do-reino (se quiser, menos de 1/2 colher de café basta)
Conhaque (1 colher de sobremesa ou mais, se não for dirigir)

Preparo
Misture tudo e sirva frio.

 

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