Arquivos por Tag: família
Chica Doida, para quando não tem pamonha
Prato goiano a base de milho traz linguiça e queijo meia cura
Caldo, escaldado, caldinho de frango
Caldo de frango é algo tradicionalíssimo no Goiás. Padarias, bares, restaurantes, todo lugar que se preze na minha terra, tem sempre um bom caldinho para oferecer. Ele assume o papel de lanchinho, entrada, petisco – entre uma cerveja e outra, mas sua melhor performance é como curador oficial de ressaca (ou qualquer outro mal da [...]
Peixe com purê de batatas (pra quem não gosta de peixe)
Essa eu aprendi com a mãe de uma amiga lá no Goiás. A fama é a seguinte: Vou te ensinar um peixe que não tem gosto de peixe. Eu não entendo isso muito bem. Porque eu gosto de peixe e, claro, do gosto dele em si. Tanto que gosto até daqueles que fazem muita gente torcer [...]
Galinhada de boas-vindas a 2012!
Eu andei ausente. Pois é gente. A neguinha aqui também merece uma folga, né? Larguei a caneta e um pouco o fogão. Um pouco. Afinal, Natal e Ano Novo só têm um objetivo: a ingestão descontrolada de toneladas de comida como se não houvesse amanhã. E a gente come. Aliás, a histeria de fim do ano é [...]
Esse feijão é tropeiro
…Lá nos primeiros engenhos do Ciclo do Açúcar (sec XVI e XVII), ele irá ocupar os sertões do Nordeste, passará a fazer parte dos farnéis e virados dos bandeirantes e dos tropeiros… Como bem pontuou Caloca Fernandes em seu “Viagem Gastronômicas pelo Brasil”, o feijão, por sua substancialidade, ganhou espaço na capanga* dos tropeiros. Ser [...]
Bolo de fubá para o café
Fubá. É a farinha fina feita com milho, o grande alimento do povo americano, de norte a sul, ou seja, todos nós. O milho – também chamado de maiz – está para as Américas, como o trigo está para a civilização europeia. Sem ele os índios americanos não teriam existido e nós também não. No [...]
Peixe na telha, um clássico goiano
Meu pai, o Dany Glover, sempre fazia peixe na telha nos tempos idos de Goiás. O grande almoço de domingo. Isso mesmo: Temos um peixe, uma telha, alguns condimentos e por fim uma receita digna de fazer pescador pantaneiro chorar de emoção. Ok, não é a telha da sua casa. Eu explico. A origem da [...]